sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Nova York – A Halliburton concordou em comprar a concorrente Baker Hughes em um negócio de ações e capital no valor de US$ 34,6 bilhões.
A oferta da Halliburton de US$ 78,62 por ação, um prêmio de 31% sobre o preço de fechamento da Baker Hughes na sexta-feira, coloca o valor da empresa em US$ 38 bilhões.
Após a conclusão do negócio, prevista para o segundo semestre de 2015, os acionistas da Baker Hughes deterão cerca de 36% da companhia combinada.
A nova empresa terá um conselho combinado de 15 membros, incluindo três da Baker Hughes.
A Halliburton pretende financiar a parte em dinheiro da aquisição através de uma combinação de capital em caixa e financiamento da dívida totalmente comprometida.
Se exigido pelos reguladores, a Halliburton alienará negócios que geram até US$ 7,5 bilhões em receitas e vai pagar uma taxa de rescisão de US$ 3,5 bilhões se a operação fracassar devido a problemas de regulamentação.
Fonte: Exame.com

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Aplicação da chave Flutuante.

Uma aplicação da chave flutuante é  fazer a conexão. A pergunta é feita sobre como obter o valor de torque certo para a conexão? Olhe, você não vai ver o valor de torque no indicador!

Esta fórmula abaixo é usada para determinar o valor.

Torque em pés-lb

Força em lb

Comprimento da chave flutuante em pé 

A força é perpendicular ao comprimento da chave

 

Exemplo: Conexão 4-1/2 "IF - necessário compensar o torque = 30.700 pés-lb.
Comprimento Chave é 4 pés

Quanta força puxando você precisa para alcançar o necessário compensar o torque?

Força = Torque ÷ Comprimento da chave
Força = 30.700 ÷ 4.0
Força = £ 7675 


terça-feira, 3 de junho de 2014

Pagamentos dos trabalhadores da EMPERCOM


ATENÇÃO TRABALHADORES DA EMPERCOM, segundo alguns trabalhadores, já está saindo dinheiro nos Bancos, hoje a tarde recebemos um comunicado do Jurídico do SINDICATO e que em conversa com o Juiz da 1ª vara do trabalho, o mesmo teria enviado um oficial de justiça ao Banco do BRASIL hoje as 14:00 horas, para que o Banco fizesse os pagamentos aos trabalhadores da Empercom imediatamente, que seria o mês de Março,Abril e as Férias de alguns trabalhadores, O SINDIPETRO vinha pressionando desde a semana passada juntamente com os trabalhadores, VIVA A UNIÃO DA CLASSE TRABALHADORA.



fonte: Manoel Assunção Assunção

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Mais um Protesto dos funcionários da Empercom.

Ontem, 15/05/2014, por atraso de salário, houve mais um protesto dos funcionários da Empercom, que bloquearam  a BR 304.

 



fonte: petroleorn.blogspot




quinta-feira, 15 de maio de 2014

Funcionários da Empercom interditam BR-304 para cobrar direitos trabalhistas


Em greve desde o dia 8 de abril, os funcionários da Empercom realizaram, na manhã de ontem, 12, protesto em frente à sede da empresa, na altura do Km 40 da BR-304, interditando a via com pneus queimados. O objetivo era de chamar atenção da sociedade para o atraso no pagamento de seus salários e férias, regularização do plano de saúde e de outras obrigações e encargos trabalhistas.
"Estamos com mais de dois meses de salários atrasados, sem plano de saúde, sem ticket alimentação, sem resposta da empresa. A Petrobras também se encontra omissa. Não temos mais como aguentar essa situação. A Empercom precisa conversar conosco sobre esses problemas", destacou o plataformista Alex Sandro .

De acordo com o Sindicato dos Petroleiros do Rio Grande do Norte (Sindipetro/RN), os atrasos somam R$ 1,24 milhão (R$ 700 mil relativos aos salários do mês de março e R$ 540 mil de pagamento de férias e outros encargos). A Empercom presta serviço terceirizado à Petrobras, nas áreas de sondagem e operação de produção de petróleo, entre outros, que estão suspensos temporariamente.
"Muitos funcionários estão preocupados, porque, além dos salários, há férias, outros adicionais, direitos trabalhistas que não estão sendo respeitados, fundo de garantia que não está sendo depositado, está todo mundo nessa situação", relatou Givanildo Freitas, que há quatro anos integra a equipe da Empercom.
O protesto na manhã de ontem ocasionou transtornos aos condutores que tentavam transitar pela via. Extensas filas de veículos, parados, faziam parte do cenário no trecho da BR-304 interditado. A avenida só foi liberada com a chegada do Corpo de Bombeiros, por volta das 11h30.
"Vamos ter que desobstruir a via, apagar o fogo, os senhores querendo ou não. Respeitamos a manifestação, só que o direito de vocês termina onde o dos outros começam", informou o cabo Sandoval, do Corpo de Bombeiros, em conversa com os manifestantes, que atenderem à solicitação, encerrando assim o protesto.

Fonte: Omossoroense

terça-feira, 8 de abril de 2014

As maiores frotas de navios mercantes do mundo

Segundo relatórios da UNCTAD e CIA*, o registro e propriedade da frota mercante mundial esta polarizada entre, países que apenas recebem o registro de navios (em geral bandeiras de conveniência), e os países que possuem as sedes das empresas de navegação.
*Os dados da CIA são de 2008/10, foram usados apenas como referência, neles apontam a Grécia como primeiro colocado, seguido pelo Japão.
Em primeiro lugar em registro de frota, tanto em tonelagem quanto em quantidade, ainda é o Panamá, e em seguida a Libéria, porem vale lembrar que ambos são bandeiras de conveniência, e seguramente grande parte desta frota é apenas registrada nestes paraísos fiscais, porem seus proprietários mantém suas frotas em outros países. Porem na realidade o que interessa é a propriedade real, então atualmente os maiores proprietários estão ainda na Europa.
A Alemanha ainda figura como o país com maior número de navios mercantes oficialmente ligados à armadores alemães, em seguida vem o Japão, China, e a Grécia, que  ultrapassa à todos, inclusive Alemanha em tonelagem, mas não em número, isso porque na frota de empresas gregas, predominam navios gigantes, como graneleiros e tanques, enquanto que a frota de empresas alemãs é predominantemente composta por navios porta contêineres, reefers, e carga geral. Claro que o fato de apenas ter empresas proprietárias em determinado país não reflete realmente estes navios transportam cargas para este país.
É o caso da Alemanha, pois a maioria dos armadores alemães afreta seus navios à “casco nú”, em muitos casos para empresas como a Maersk Line (Dinamarca), MSC (Suíça/Italiana), ou CSAV (Chile).
Países como os Estados Unidos, aparecem em lugar de destaque como sexto colocado geral em tonelagem, isto tem uma explicação: Muitos armadores gregos e de outros países como Chipre, Malta, tem suas sedes em Nova Iorque, com isso estes navios mesmo registrados na Grécia, ou em paraísos fiscais entram na estatística como de propriedade nos Estados Unidos, além da predominância dos armadores genuinamente americanos registrarem seus navios no Panamá, Libéria e Bahamas.
Algumas realidades representam um paradoxo, o Brasil é um exemplo, pois grandes empresas como Vale e Petrobras tem frotas registradas fora, a Vale em particular possui mega navios, o que faz o Brasil entrar entre os 35 países com maior tonelagem, porem todos estes navios são registrados fora; outro contraste é que grande parte da frota registrada no Brasil não pertencem à empresas genuinamente brasileiras, grande parte destes navios tem apenas o gerenciamento local, portanto estes navios entram na contagem dos países que dominam as frotas, neste dados vale ressaltar que a Noruega, Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra e Itália (estes são apenas os principais), controlam uma parcela significante da frota em bandeira brasileira, claro que isto também ocorre em outros países.
O Brasil precisa urgente de uma política para desenvolver sua indústria marítima, exemplos de países como Grécia, Noruega, Alemanha, Japão, Inglaterra, Cingapura, e até a Índia, demonstram que é possível criar órgãos federais com capacidade de gerenciar estudos, projetos e incentivos para empresas locais, estes países citados, mantém este caro e arriscado ramo de pé, isso graças ao tipo de políticas voltadas ao setor, que deve ser gerido por profissionais do ramo. 
fonte: blogmercante

sábado, 28 de dezembro de 2013

Fundos vão definir futuro de OGX e HRT

Nos últimos dias de 2013, OGX e HRT voltaram a ter uma rota em comum. As duas companhias - que neste ano saíram da posição de grande promessa à de maiores frustrações do setor de petróleo brasileiro - estão passando ao controle majoritário de fundos estrangeiros. São investidores geralmente movidos por metas de curto e médio prazos, em contraste ao longo período de maturação necessário para os projetos em petróleo. Eles terão papel decisivo no destino das empresas. Nas duas, a venda parcial de ativos foi apresentada nos últimos dias como solução para problemas. É o caso do campo de Polvo, já em negociação pela HRT, ou do campo de Tubarão Martelo, opção de venda para a OGX.
Também já não se descarta no mercado a possibilidade de que, depois de reestruturadas, as petroleiras sejam vendidas e liquidadas.  Ambas caminham para a venda, essa hipótese existe, disse o analista Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infraestrutura. Mas o analista faz uma ressalva: o processo de reestruturação deve levar pelo menos dois anos e depender de muitos fatores, como comportamento do mercado e até a sorte na exploração de petróleo. “O fato é que os investidores precisarão recuperar valor e, de alguma forma, recuperar pelo menos parte do dinheiro investido”, disse Pires.

A última quinzena foi de reviravolta para as duas empresas. A OGX, a ex-queridinha das empresas de Eike Batista, está em processo de recuperação judicial e fechou um acordo preliminar com seus principais credores. Se o acordo for adiante, os credores passarão a controlar 90% da nova empresa, batizada de Óleo e Gás Participações. Os credores são basicamente fundos estrangeiros que trocarão seus títulos de dívida por ações da empresa. Pelo acerto, os atuais acionistas ficam com os 10% restantes, sendo apenas 5% para o fundador Eike Batista, que até o início do ano ainda comandava a empresa.
Estratégia – Na quinta-feira, a OGX informou que vai procurar seguir uma estratégia de venda parcial de participação para cumprir os investimentos de longo prazo de seu campo de Tubarão Martelo. Também no bloco BS-4, na Bacia de Santos, no qual detém 40% em parceria com Queiroz Galvão (30%, operadora) e Barra Energia (30%), a OGX disse que continuará a procurar financiamento de terceiros. Internamente, a OGX calcula que sua participação no BS-4 valha pelo menos 1 bilhão de dólares (2,34 milhões de reais). É nestes dois ativos que recaem as principais promessas da empresa. Os novos controladores, caso seja aprovado o plano anunciado na noite de Natal, precisarão decidir como administrar a empresa, onde investir os até 215 milhões de reais de aportes, quais projetos serão vendidos e quais serão mantidos para garantir o futuro da empresa.

Já a HRT anunciou pelo menos três grandes aquisições acionárias neste mês, a maior delas do fundo Discovery, que já detém quase 18% da companhia. Fontes do conselho disseram que cerca de 60% da empresa já estão nas mãos de investidores estrangeiros. O número não é público. A HRT é menor do que a OGX, mas tida hoje como menos problemática, já que não tem dívidas, ao contrário da petroleira do grupo X, e ainda conta com mais de 200 milhões de reais em caixa. O problema mais recente da empresa é uma briga interna entre membros do conselho de administração, com troca de acusações de ilegalidades.
O mercado assistiu no último dia 20 à renúncia da maior parte dos conselheiros. Seis pediram para sair, em desacordo com administração do grupo alinhado com o fundador e ex-presidente da companhia, Márcio Mello. Administradores ligados a Mello negociam a possibilidade de venda de uma fatia de 30% do campo de Polvo, na Bacia de Campos, para a norueguesa BW, que já é dona de uma plataforma de produção no local.
Vendas de ativos da HRT nos Solimões (Amazônia) e na Namíbia também não estão descartadas. Depois de catorze poços perfurados sem sucesso a empresa ficou sob pressão imensa do mercado, disse François Moreau, um dos conselheiros que pediu demissão. Também para ele a possibilidade de venda de ativos deve ser estudada. O fato é que hoje, sob nova gestão, a empresa está muito melhor do que seis meses atrás, disse.
(Com Estadão Conteúdo)

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Petrobras promove ajustes organizacionais na área de E&P

Rio de Janeiro (RJ) - A Petrobras informa que promoveu na última semana alterações na estrutura de gestão da área de Exploração e Produção, com a criação de uma Gerência Executiva específica para cuidar de todas as questões relativas à área de Libra. Esta decisão decorre da importância desta nova atividade e da necessidade de se ter uma estrutura organizacional dedicada à condução de todas as atividades de Exploração, e futuramente de Produção, deste contrato de Partilha. 
 
Apesar da criação de uma nova Gerência Executiva, o segmento E&P da Petrobras permanece com o mesmo número de gerências deste nível uma vez que, na mesma data, foi aprovada também a fusão de outras duas Gerências Executivas já existentes, a Engenharia de Produção e a Corporativa, em apenas uma.

 
A nova Gerência Executiva para a área de Libra, denominada E&P Avaliação Exploratória, Desenvolvimento da Produção e Gestão dos Investimentos de Libra (E&P-Libra), fica sob o comando da engenheira de petróleo Anelise Quintão Lara. Entre suas atribuições estão delimitar, conceber, gerir os investimentos e implantar os projetos de desenvolvimento da produção de Libra, sob o regime de partilha da produção.
 
Engenheira química, Anelise é mestre em Engenharia de Petróleo, PhD em Ciências da Terra e tem MBA em Gestão Executiva. Ingressou na Petrobras em 1986, tendo desempenhado funções gerenciais no Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes) e na área de Exploração e Produção, onde trabalha desde 2003. Gerenciava atualmente a área de Desenvolvimento de Projetos da Gerência Executiva E&P-Presal.
 
Nova estrutura 
 
As atividades hoje desenvolvidas pela Gerência Executiva E&P Engenharia de Produção foram integradas com as da Gerência Executiva E&P Corporativo (E&P CORP). Com a mudança, a Gerência Executiva E&P CORP responderá tanto pelas atividades voltadas para a gestão do portfólio e controle, quanto pelas de aprimoramento técnico, desenvolvimento tecnológico e aplicação de boas práticas nos processos de desenvolvimento e manutenção da produção de petróleo e gás.
 
A Gerência Executiva E&P Corporativo passa a ser gerida pela engenheira de petróleo Solange da Silva Guedes, que respondia, desde 2008, pela então Gerência Executiva E&P Engenharia de Produção. Solange Guedes é graduada e mestre em Engenharia Civil, com especialização e doutorado em Engenharia de Petróleo. Está na Petrobras desde 1985, tendo passado por várias áreas do segmento de E&P da companhia.
 
O geólogo José Jorge Moraes, que respondia pelo E&P Corporativo, deixa a área de Exploração e Produção e assume novo desafio na Área Internacional, na Gerência Executiva INTER-Corporativo.
 
As mudanças anunciadas agora visam a ajustar a estrutura organizacional da empresa aos novos desafios para os próximos anos, em especial para a complexidade, a diversidade e a relevância estratégica das atividades de concepção e desenvolvimento da produção na área de Libra, que conta com algumas particularidades. Libra é a primeira concessão sob o regime de partilha da produção, inaugurado com a Lei n.º 12.351, de dezembro de 2010, que dispõe sobre a contratação de atividades de exploração e produção de petróleo e gás natural em áreas do pré-sal e em áreas estratégicas. Além disso, é uma área em que há a participação de outras empresas e a necessidade de integração da Petrobras, operadora da área com participação de 40% no consórcio, com os demais sócios, Shell (20%), Total (20%), CNPC (10%) e CNOOC (10%), e com a Pré-sal Petróleo S.A. (PPSA), que vai representar a União nos contratos formados para execução dos contratos de partilha.

 
As mudanças ora implementadas destinam-se ainda a promover maior alinhamento entre as competências técnicas e os desafios encontrados, assim como dar maior agilidade ao diagnóstico e à implantação das ações de melhoria dos processos de exploração e produção.
 
 
Fonte: Ascom Petrobras

terça-feira, 22 de outubro de 2013

'Tesouro por pechincha', diz revista alemã sobre leilão do pré-sal

Rio de Janeiro (RJ) - O leilão da concessão do campo de Libra recebeu ampla cobertura na imprensa internacional, com visões elogiosas e outras críticas ao resultado.
 
A revista alemã Der Spiegel diz que o Brasil leiloou um "tesouro por uma pechincha". Já o Wall Stret Journal diz que o país deu um passo rumo ao patamar das grandes nações produtoras de petróleo. Libra foi leiloado para um consórcio formado por Petrobras, Shell, Total e as chinesas CNPC e CNOOC.

 
Em um artigo publicado no seu site, a revista afirma que para extrair o petróleo da camada pré-sal haverá riscos ambientais "enormes" para o mar, fauna e praias "em uma das mais bonitas e populosas regiões litorâneas do Brasil", mas que "a ganância por recursos naturais" foi maior.
 
O Spiegel diz que, como apenas o consórcio vencedor apresentou proposta, "sem competidores, eles ganharam um tesouro por uma pechincha". A revista não aponta outras razões, além da ausência de ágio, para justificar por que classificaram como "pechincha" o resultado do leilão.
 
A revista diz que a exploração do petróleo catapulta o Brasil ao grupo dos grandes produtores do petróleo e sublinha o peso político global da "superpotência sul-americana".
 
"Wall Street Journal"
 
Uma reportagem do jornal americano de negócios Wall Street Journal afirma que o Brasil "deu um grande passo para frente" na segunda-feira (21) ao leiloar o campo de Libra para um consórcio formado por multinacionais e pela Petrobras.

 
O texto, intitulado "Brasil se move para patamar de grandes nações de petróleo", assinado pelos jornalistas John Lyons e Jeff Fick, afirma que "a questão de como melhor desenvolver os novos campos se tornou altamente polêmica".
 
O jornal destaca que o Brasil ainda é um importador de petróleo, e que os campos do pré-sal são "cruciais para as aspirações do Brasil de se tornar exportador".
 
 
O Wall Street Journal lembra que as autoridades traçaram uma estratégia para que a exploração do pré-sal desenvolva a indústria naval e mudaram as legislações para dar à Petrobras um papel proeminente na condução dos negócios.

 
O jornal diz ainda que, no passado, grandes negócios envolvendo empresas chinesas na América Latina "despertaram preocupações nos Estados Unidos sobre a presença crescente da China em uma região com grandes ligações econômicas com os Estados Unidos".
 
No entanto, o jornal cita uma especialista que diz que os interesses chineses são motivados mais por lógicas econômicas do que por ambições de poder político na região.
 

Fonte: BBC Brasil

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Petrobras lança dois editais com 602 vagas

A Petrobras Transporte - Transpetro, subsidiária da Petrobras, lançou nesta segunda-feira (7/10), no Diário Oficial da União, dois editais de processos seletivos com oferta de 602 vagas. Do total de chances, 273 são imediatas e 329 para formação de cadastro reserva. As informações foram publicadas a partir da página 188 da terceira seção.



O primeiro processo seletivo oferece 83 vagas imediatas mais CR para condutor mecânico, auxiliar de saúde, moço de convés, moço de máquinas e taifeiro. A seleção será feita mediante prova de títulos, avaliação teórica de conhecimentos específicos, exames prático, médico, toxicológico, de aptidão física e avaliações psicológica e sociofuncional. Os salários variam de R$ 3.148,99 a R$ 5.614,81.

Para concorrer os candidatos devem ter registro de aquaviário, de acordo com a Norma da Autoridade Marítima, Norman 13, da Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (Lesta) e do Regulamento de Segurança do Tráfego Aquaviário em Águas sob jurisdição Nacional (Relesta).

Já na segunda seleção, são ofertadas 190 vagas imediatas e 144 de cadastro reserva para os cargos de 2º oficial de náutica e 2º oficial de máquinas. As etapas são as mesmas do primeiro edital, mas a remuneração é mais atrativa: R$ 9.545,40.



Os candidatos devem ter registro de aquaviário, o mesmo exigido no primeiro edital. Para validar a inscrição os candidatos deverão apresentar o Curso Especial de Combate a Incêndio (Ecin) ou Curso Avançado de Combate a Incêndio (Ecia), certificado Especial de Familiarização em Navios Tanque (EFNT) ou os certificados Especial Básico de Petroleiro e Químico (EBPQ) e Especial Básico de Gás Liquefeito (EBGL) juntos. Para 2º oficial de náutica é exigido o Curso Especial de Radioperador Geral.

Interessados em uma das duas seleções podem se inscrever de 7 de outubro a 31 de janeiro de 2014, por meio de formulário de ficha de inscrição e manual do candidato no site www.transpetro.com.br ou nos endereços listados no edital. Não foram divulgados os locais de lotação dos aprovados e as datas de realização dos exames.

sábado, 5 de outubro de 2013

Lobão e Graça anunciam dia 23 grande descoberta de petróleo em Sergipe

Recife (PE) - Ao lado da presidente da Petrobras, Graça Foster, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, vai anunciar no próximo dia 23, em Aracaju, uma importante descoberta de petróleo feita recentemente pela Petrobras no litoral de Sergipe. A presidente da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard, também deve participar.

O evento foi acertado na quinta-feira, em Brasília, quando o ministro se reuniu com o governador de Sergipe em exercício, Jackson Barreto (PMDB). 

 
Na ocasião, segundo informou o secretário de Desenvolvimento Econômico de Sergipe, Saumíneo Nascimento, será feita uma apresentação detalhada da “maior descoberta de petróleo realizada no mundo em 2013”. 
 
A estatal, segundo ele, está cautelosa em revelar o volume da descoberta, a fim de evitar movimento antecipado no valor das ações da companhia. 
 
O governo de Sergipe trabalha para anunciar, no mesmo dia, o projeto de construção de uma refinaria no Estado, investimento privado que está em fase final de negociação.
 
 
Fonte: Valor