domingo, 30 de setembro de 2012

8 coisas do seu dia-a-dia que são proibidas em países islâmicos radicais

8 coisas do seu dia-a-dia que são proibidas em países islâmicos radicais.
Carolina Vilaverde
"Já pensou se isso pega aqui no Brasil?"  Edicarlos Rocha.

Em setembro de 2011, a história de Kainat Soomro comoveu o mundo. A paquistanesa de 17 anos foi sequestrada, estuprada por 4 homens e, por pouco, não teve que morrer para lavar a própria honra. É que, segundo a tradição islâmica, mulheres que fazem sexo antes do casamento trazem vergonha para a família e devem ser punidas com a morte. Mas a família de Soomro enfrentou a tradição. O resultado: eles foram perseguidos, receberam ameaças de morte e tiveram a casa atacada.
Casos como esse reforçam a polêmica em torno do islamismo no ocidente. Claro, nem todas as nações islâmicas são tão radicais. Mas casos extremos e fundamentalismo existem em qualquer lugar e religião. Aqui, mostramos coisas que são comuns no seu dia-a-dia, mas que seriam condenáveis em países muçulmanos conservadores:
1. Acessar a internet livremente
Você que passa horas navegando na web e adora falar mal do governo pelo Facebook, jogue as mãos para o céu e agradeça por morar no Brasil. Durante o regime de Hosni Mubarak, o Egito não censurou diretamente a internet, mas manteve seus principais blogueiros e críticos do governo sob constante vigia. Mubarak caiu, mas a prática continua. Pessoas têm sido perseguidas, ameaçadas e até presas por criticar os rumos do país na web, segundo um relatório do Reporters Without Boarders de março de 2012.
Outro país com restrições é o Irã. No começo do ano, quando a Revolução Islâmica completou 33 anos, o acesso a contas de e-mail e redes sociais foi cortado. Havia boatos de que protestos contra o governo estavam sendo organizados na época. No dia 25 de setembro, vários jornais internacionais divulgaram que o país parece já ter as bases técnicas para criar uma rede online nacional. Os iranianos teriam, então, sua própria rede de internet, separada da web que o resto do mundo usa. E isso, obviamente, só aumentaria o controle sobre as informações que podem ser acessadas no país.
2. Beber cerveja
Várias passagens do Alcorão afirmam que todos os produtos intoxicantes são proibidos. Por isso, países como Líbia, Irã, Paquistão e Arábia Saudita tornaram as bebidas alcoólicas ilegais. Na Arábia Saudita, você só conseguirá consumir álcool se for um diplomata estrangeiro. Ou se arranjar uma garrafa com um contrabandista. Há décadas, os libaneses só conseguem beber cerveja ou vinho assim: comprando no mercado negro. E no Irã, onde o mais comum é produzir a própria cerveja em casa, a punição para quem é pego bebendo não é nada leve: são 80 chicotadas.
3. Namorar
Muçulmanos não podem ter nenhum tipo de intimidade com pessoas do sexo oposto de fora da família antes do casamento. Nada de tirar um tempo para conhecer melhor o pretendente, nada de criar intimidade antes do casório. A escolha do marido ou esposa segue o padrão do Islã: é a família quem decide, depois de muito planejamento e ponderação, sem estar sob o efeito da agitação dos hormônios dos jovens.
Apesar de “mortes por honra” serem ilegais na Arábia Saudita, quase não há condenação a esse tipo de assassinato. No Paquistão, as coisas melhoram um pouco: sexo fora do casamento não é mais punido com a morte, mas com uma prisão de até 5 anos. No Irã, uma pessoa solteira que fizer sexo pode levar 100 chicotadas.
4. Dirigir carros (se for mulher)
Em setembro de 2011, as mulheres da Arábia Saudita conquistaram um direito básico: o de poder votar e concorrer às eleições locais pela primeira vez. Não que a gente possa se gabar. Mulheres brasileiras só puderam votar em 1932. Agora, as sauditas tentam quebrar outra barreira para sua independência: poder dirigir um automóvel.
No ano passado, Manal al-Sharif, de 32 anos, foi presa apenas por ter divulgado um vídeo em que dirigia. Outra mulher, identificada apenas como Shema, foi condenada a 10 chicotadas por ter desrespeitado a ordem de não dirigir. Essa restrição é feita pelos religiosos muçulmanos. E o mais chocante é que não existe uma lei escrita que proíba a ação no país. Mesmo assim, as punições contra quem descumpre a regra são feitas de forma oficial, como a prisão de Manal.
5. Viajar desacompanhada (se for mulher)
Nos Emirados Árabes, um país mais liberal, as mulheres podem dirigir. A proibição fica por conta das passageiras. Uma moça só pode pegar um táxi sozinha em Dubai se outra estiver ao volante. Na Arábia Saudita, as mulheres sofrem diversas restrições: não podem escolher as próprias roupas, não têm direito sobre o próprio corpo e não podem viajar sem a permissão do marido ou pai. Esta última regra é tão rígida que está afetando até estrangeiras que chegam ao país. Quase mil peregrinas muçulmanas vindas da Nigéria foram detidas esta semana pelas autoridades sauditas por estarem sem acompanhantes. As mulheres, que tinham como destino a cidade de Meca, estão sendo ameaçadas de deportação.
6. Raspar a barba
Se você é do tipo que reclama sempre que tem que fazer a barba, pense duas vezes na próxima vez. Em alguns países islâmicos, a prática é reprovada e pode gerar até perseguições religiosas. Segundo algumas interpretações do Alcorão, o ato de raspar a barba é pecado. No Egito, religiosos muçulmanos que seguem essa linha estão em uma campanha informal para convencer os barbeiros a deixar de oferecer o serviço. O barbeiro Bahaa Shaaba contou ao site Egypt Independent que seu estabelecimento foi invadido por homens que lhe acusaram de pecador e disseram que ele pagaria por isso no dia do julgamento.
Depilar o rosto ou arrancar os pelos que estão sobrando também não é de bom tom. Mas, se depender de alguns barbeiros, a prática deve continuar. “Para ser honesto, ficamos com medo de ir para o inferno e paramos de barbear as pessoas durante uma semana. Então, percebemos que íamos falir, e voltamos a fazer o serviço”, disse Shaaban.
7. Ler o livro que você quiser
“A imprensa é livre para expressar sua opinião, desde que ela não seja contra a fundação do Islã ou dos direitos das pessoas, e a lei vai explicar os detalhes”. Esse é o artigo 24 da Constituição da República Islâmica do Irã. Na prática, esses detalhes proíbem, entre outras coisas, qualquer obra que crie uma atmosfera de perda dos valores nacionais ou de valorização da cultura ocidental.
Você já sabe o que aconteceu depois: diversos livros foram banidos do Irã. Entre eles, alguns best-sellers, como “O Código da Vinci”, de Dan Brown, e algumas publicações políticas importantes como “O Contrato Social”, de Jean-Jacques Rousseau. Além disso, escritores conceituados, como Gabriel García Márquez e seu livro “Memória de Minhas Putas Tristes”, estão banidos. Ah, “O Zahir”, do brasileiro Paulo Coelho também está na lista dos proibidos.
8. Ser gay, lésbica ou bissexual
Mesmo com todo o preconceito que ainda existe com os homossexuais no mundo ocidental, ainda estamos na frente de muitos países islâmicos neste tema. O Islã deixa sua posição sobre o assunto bem clara: a homossexualidade é proibida.  As explicações variam. Alguns afirmam que isso distorce a ordem natural na qual Deus criou os seres humanos. Outros dizem que isso leva à destruição da família e da instituição do casamento. As duas justificativas se parecem bastante com o argumento dos religiosos cristãos contra os gays. Mas pode ser pior.
No Líbano, onde a homossexualidade é ilegal, 36 homens foram presos e torturados porque estavam em um cinema pornô-gay no começo de agosto.  No Afeganistão, a orientação sexual também dá cadeia. Sudão e Arábia Saudita têm pena de morte para a os gays. Mahmoud Ahmadinejad, presidente do Irã, onde também há a pena de morte nesses casos, declarou em entrevista a CNN nesta semana que a homossexualidade é “um comportamento muito desagradável” proibido por “todos os profetas de todas as religiões e todas as fés”.


sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Vagas de empregos! Engenheiro Offshore e Onshore, com urgência

Engenheiro(a) ONSHORE
Requisitos
  • Ensino Superior completo na área de Engenharia;
  • Experiência como Engenheiro Fiscal, em perfuração, avaliação, completação e restauração em sondas tipo SS, NS ou PA;
  • Habilidade para se comunicar em inglês.


Atividades a serem desenvolvidas:
  • Auxiliar no acompanhamento da execução de poços em perfuração, avaliação e completação;
  • Emitir relatórios técnicos para análise durante os trabalhos no poço;
  • Participar na elaboração de programas e projetos de poços;
  • Garantir a aplicação dos procedimentos padrões para a elaboração dos programas e projetos de perfuração/avaliação do poço;
  • Efetuar acompanhamento dos custos de poços, perfuração,avaliação e completação;
  • Elaborar e armazenar a documentação técnica associada Às suas atividades;
  • Emitir relatórios iniciais, parciais e finais de poços, nos idiomas português e Inglês, quando solicitado, inclusive os necessários ao cumprimento de documentação legal junto aos órgãos de fiscalização e regulamentação do governo;
  • Estimular a participação de técnicos, considerando opiniões destes na coordenação das operações.








Engenheiro(a) OFFSHORE
Requisitos
  • Ensino Superior completo na área de Engenharia;
  • Experiência como Engenheiro Fiscal, em perfuração, avaliação, completação e restauração em sondas tipo SS, NS ou PA;
  • Habilidade para se comunicar em inglês.


Atividades a serem desenvolvidas:
  • Coordenação das operações da plataforma relativa ao poço e suas interfaces;
  • Emissão de relatórios técnicos, durante trabalhos no poço;
  • Estimular a participação dos técnicos realizados a bordo, considerando opiniões destes na coordenação das operações;
  • Supervisionar todos os serviços técnicos realizados a bordo;
  • Estar ciente de todas as informações e parâmetros operacionais relacionados com a intervenção;
  • Analisar eventuais problemas ou situações imprevistas juntamente com os membros da equipe a bordo visando criar alternativdas que serão levadas posteriormente ao coordenador para facilitar a escolha da melhor opção;
  • Analisar de forma crítica e seguir o programa do poço;
  • Convocar e coordenar reuniões com com o pessoal envolvido nas operaçoes visando detalhar e traçar diretrizes para a execução dos ítens do programa;
  • Criar/detalhar o cronograma das operações e mantê-lo atualizado visando a previsão de recursos;
  • Seguir roteiro de acompanhamento de operaçoes de avaliação;
    Implementar exercícios simulados de detecção de kick e fechamento de poço.









Enviar currículo para recursos.humanos@hoperh.com.br .
 
fonte:www.portaloilegas.com

VAGAS! Odebrecht abre inscrições para programa de trainee

A Organização Odebrecht abriu inscrições para seu Programa Jovem Parceiro, que selecionará estagiários e trainees para trabalhar em diversos segmentos da empresa. As vagas são para as cidades de Salvador, São Paulo, Recife e Rio de Janeiro.


Os candidatos às vagas de estagiários devem ter formação prevista entre dezembro de 2013 e dezembro de 2014. Já as vagas de trainee exigem graduação entre dezembro de 2010 e dezembro de 2012.

Os contratados começarão a trabalhar no início de 2013 em um dos seis negócios da empresa: Odebrecht S.A., Odebrecht Energia, Odebrecht Engenharia Industrial, Odebrecht Óleo & Gás e Odebrecht Realizações Imobiliárias.

O processo seletivo consiste em testes online de inglês e lógica, dinâmica de grupo, entrevista virtual com consultoras, avaliação oral de inglês e entrevista presencial. As inscrições são feitas pelo site do programa http://www.odebrecht.com.br/jp2013 /) até o dia 31 de agosto.
 
FONTE:http://adeiltonprimotecnologia.blogspot.com.br

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Congresso 27° CEPETRO - RN

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Jeffeson, Iolando, Everton, Carlos Antônio, Edicarlos


 27° CEPETRO - RN
CONGRESSO ESTADUAL DOS PETROLEIROS

Terminou às 18h55 deste sábado, 7 de julho, o 27º Congresso Estadual dos Petroleiros e Petroleiras do RN. As propostas discutidas e aprovadas nos grupos de trabalho foram recepcionadas pela Plenária Final de forma unânime. Os principais temas abordados dizem respeito à necessidade de uma nova matriz remuneratória e de ajustes nos planos de cargos e salários dos trabalhadores do setor público; ao combate à discriminação e ao assédio moral de que têm sido vítimas os trabalhadores do setor privado; e melhorias nos serviços de assistência à saúde, cuja piora tem afetado, principalmente, os aposentados e pensionistas.

FONTE: SINDIPETRORN.ORG.COM

sábado, 7 de julho de 2012

destaque

Com o tema “Unidade na Luta por Desenvolvimento com Valorização do Trabalho”, será realizado em Mossoró, no próximo dia 7 de julho, o 27º Congresso Estadual dos Petroleiros.

De acordo com informações obtidas junto a diretores do Sindipetro-RN, entidade que promove o evento, deverão participar cerca de 250 trabalhadores e trabalhadoras, pertencentes a empresas dos setores público e privado, atuantes em diversas regiões do Estado, além de aposentados e pensionistas.

Todas as atividades serão realizadas no Clube dos Empregados da Petrobrás – CEPE, a partir das 9h30.

O Congresso é o fórum máximo de deliberação da categoria petroleira em âmbito estadual e têm como principais objetivos fazer uma análise da conjuntura política, econômica e social brasileira, e formular reivindicações que passam a compor a pauta dos trabalhadores nas campanhas para a renovação dos Acordos Coletivos, tanto Na esfera pública quanto junto às empresas privadas.

Dos congressos e encontros estaduais, essas reivindicações seguem para instâncias nacionais de discussão do movimento, a exemplo da Plenária Nacional da Federação Única dos Petroleiros – Plenafup, que acontecerá no período de 2 a 5 de agosto, em Porto Alegre (RS). Lá, delegados eleitos nos estados irão formular e aprovar pautas unitárias de reivindicação que passam a ser defendidas pelo conjunto da categoria. Questões como salários, planos de cargos, terceirização, assistência à saúde e segurança são temas sempre presentes.

                                                            fonte: sindipetrorn.org.br

sexta-feira, 6 de julho de 2012

3 de outubro de 1953 - O Petróleo é nosso!

"O Congresso acaba
de consubstanciar em lei o plano governamental
para a exploração do nosso petróleo.

 

 
A Petrobras assegurará não só
o desenvolvimento da indústria petrolífera nacional,
como contribuirá 
decisivamente
para limitar a evasão de nossas divisas.

Constituida com capital, técnica
e trabalho exclusivamente brasileiros,
a Petrobras resulta de uma firme política nacionalista
no terreno econômico, já consagrada por outros arrojados empreendimentos
cuja visibilidade sempre confiei".

Getúlio Vargas

petroleorn.blogspot.com

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Um cenário violento

O cenário nas décadas de 20 e 30.

Os sertões do nordeste brasileiro no início do século XX foram o cenário e o refúgio de pessoas que derramaram muito sangue. Além da seca castigante, do descaso político, do total abandono da população pobre do Nordeste, ainda era preciso sobreviver ao cenário de grande violência e de ausência de direitos.


 No período compreendido entre 1920 e 1930, já não havia mais o cangaço romântico praticado por cangaceiros que se mostravam próximos do povo e foi época marcada pelo cangaço mais violento, em que são muitos os exemplos de matança com o proposto de roubar e de ampliar a fama dos seus ícones.


No entanto, a violência não estava apenas refugiada na caatinga, nas temidas figuras dos cangaceiros. É o que explica o professor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), historiador Lemuel Rodrigues. 

Para uma compreensão da temática da violência no contexto do cangaço, Lemuel lembra que é preciso entender a violência de forma ampla:
“Precisamos lembrar que o sertanejo sofria a seca e tinha poucas oportunidades. Se não fosse comerciante, se não tivesse acesso aos estudos como as famílias da elite, seria agricultor, policial ou cangaceiro. Era o tempo do coronelismo em que os grandes fazendeiros detinham o poder político, oprimiam e mandavam na polícia e esta atendia aos seus interesses. Esse era o cenário na época. O Estado não oferecia proteção e nem garantia dos direitos e o cidadão precisava se armar para defender a sua vida e de sua família. Por isso a violência não estava apenas no cangaço”, explica.

A mulher sertaneja

Nesse ambiente, o professor lembra sobre como a mulher sertaneja dessa época, totalmente subserviente ao modelo patriarcal, era alvo constante de violência:


“A mulher dessa época sofria violência do Estado que a considerava inferior. Mas ela era alvo de violência dentro da própria família. Não se podia falar de cidadania à mulher como se fala hoje. Algumas mulheres se destacaram, mas foram casos isolados dentro de uma sociedade puramente machista”, analisa.

Quando observados os casos de violência a mulheres pelos cangaceiros, havia o sequestro de meninas para que elas lhes servissem no bando, quando não eram violentadas, ou mesmo ferradas (com ferro quente) no rosto como acontecia com as vítimas do cangaceiro Zé Baiano.

“Sabemos que existem pesquisadores que olham o cangaceiro como bandido e outros que o observam como frutos da sociedade dessa época. Porém, o que prevaleceu enquanto memória na imprensa é a visão do cangaceiro como bandido, perigoso e violento, e precisamos pensar mais sobre esses discursos. Sabemos que a própria polícia na época agia com a mesma violência em relação aos cangaceiros, uma prova disso é a imagem das cabeças degoladas quando do ataque surpresa ao bando de lampião.

Uma prática (de degola) que remete a outros momentos da história como foi feito com Tiradentes, por exemplo. Era uma forma de mostrar poder e de que servisse de exemplo para os outros”, relembra Lemuel.

Dizem alguns pesquisadores que com a entrada de algumas mulheres ao bando de Lampião, houve uma maior sensibilização para os atos de crueldade contra inimigos e contra outras mulheres:

“As mulheres, de acordo com alguns pesquisadores, sensibilizaram o ambiente do cangaço porque a própria presença feminina ali acalmava. Elas humanizaram as feras”, ressalta Lemuel Rodrigues.

 Lemuel Rodrigues é atualmente o presidente da Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço (SBEC) e professor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN),  e historiador.

Quer saber mais sobre o Rei do Cangaço chick no link


fonte: defato.com