segunda-feira, 16 de abril de 2012

Morre a mulher mais velha do RN

Há exato um mês de completar 113 anos de idade, a mulher mais velha do RN perdeu a briga com o tempo e faleceu na manhã do Domingo (15/04) na comunidade Cachoeira, há 3 km do centro da cidade de Currais Novos.
Trata-se da Senhora MARIA ALEXANDRINA, considerada a mulher mais velha do Rio Grande do Norte e uma das mais velhas do Brasil.
Nascida no dia 15 de Maio 1899, a idosa era mãe de 22 filhos, aos quais conhecia e chamava a todos pelo nome. O filho mais velho de Dona Alexandrina, Sr. José Alexandrino, é vivo, mora em Rio Verde, interior de Goiás, e está com 96 anos. Já sua filha mais nova tem 68 anos de idade.
Não se tem a quantidade exata de netos, mas, calcula-se que tenha em torno dos 180, já bisnetos podem ser 50 e 20 tataranetos. A família acredita que Dona Alexandrina seja ainda mais velha, visto que segundo uma das filhas, sua mãe foi registrada quando já tinha 05 anos. Caso essa informação seja concretizada, Dona Alexandrina poderia ter sido a mulher mais velha do Brasil.
Tendo sido lavadeira de roupas de famílias importantes do município, onde trabalhou por vários anos na casa do Desembargador Tomaz Salustino, ela contava que foi o saudoso senador potiguar Agenor Nunes de Maria quem a recompensou com uma pequena aposentaria.
Em conversa com este blogueiro há cerca de um ano atrás, Dona Alexandrina confirmou que conheceu o cangaceiro Lampião na época em que morou no brejo paraibano.
Ainda no município de Currais Novos, reside outra senhora de quase 113. Francisca Tereza da Conceição (Dona Chiquinha) completará 113 anos no próximo dia 16 de julho.

FONTE CONSULTADA: http://blogdoedmilsonsousa.blogspot.com.br/
Adquii no blog do Neto

James Moody's FIRST Well SONDA DE PERFURAÇÃO.

Rig James Moody First Well sonda de perfuração por volta de 1890. James era o proprietário original de "Moody perfuração de poços", o antecessor de "Moody & Associates".

James Moody's First Well Drilling Rig

Esta foto foi enviado por Bob Todd, bisneto de Maria Moody Fleming que era irmã de James Moody.

Esta é uma imagem extraordinária. É tão impressionante ver um foto desta idade. Grande imagem.

fonte: http://www3.familyoldphotos.com 




Família de negócio invadiram o petróleo em Oklahoma

 Swift Energy Company foi formada menos de uma década atrás (Outubro de 1979), as suas raízes remontam ao início dos anos 1900. Os Swifts de Energia Swift é de uma família que durante várias gerações ensinou seus filhos no negócio do petróleo e gás "a partir do zero" e insistiu que o mundo real existe "a partir do solo para baixo


Esta imagem mostra Bert 1920 e George Swift (a extrema esquerda), tios do A. Earl e N. Virgílio Swift, em uma sonda de perfuração em Oklahoma.
 

fonte: http://www.swiftenergy.com

O que será que ele está fazendo? Parece complicado!


Será que ele está testando lãmpadas? É bem provável que não.
 Acredito que ele está realizando alguma experiência  para melhorar o material das lãmpadas ou medindo a potência das mesmas?

Outra pergunta. A palavra mesma pode substituir o pronome pessoal?

Até apróxima. 

I see in the next post.  

fonte: old-photos.blogspot.com

domingo, 15 de abril de 2012

Os sobreviventes do Titanic



Esta foto foi tirada em 1912 no convés do Carpathia. O Carpathia era o navio que resgatou os sobreviventes do Titanic. Esta imagem mostra alguns dos sobreviventes.
FONTE:http://old-photos.blogspot.com.br/2008/12/titanic-survivors.html

OLD PICTURE. ROUGHNECKS

Vejam essa imagem de 1944, os plataformistas fazendo uma conexão em uma plataforma de perfuração convencional no sudoeste de Oklahoma. Nota-se que os dois plataformistas não estão usando roupas adequadas  e nem capacetes, ou seja, sem nenhum EPI´S. O tubo que está em cima é a haste de perfuração (kelly).  Cada tubo de perfuração é cerca de 30 pés de comprimento. Assim, depois de perfurar  a cada 30 pés, eles têm de levantar a coluna de perfuração inteira, e colocar um outro tubo.


Os utensílios grandes são as chaves flutuantes. No fim das chaves flutuantes existem correntes ou cabos de aços que o perfurador (sondador) opera um motor ou um (sistema hidráulico) para puxar as correntes. Os plataformistas mantêm as chaves flutuantes no tubo. O perfurador e os plataformistas  trabalham juntos para apertar ou afrouxar as conexões. Além disso,  existem outras funções que eles exercem com objetos pesados, e os jagunços estão no meio deles. Como você pode imaginar e um trabalho muito perigoso. 

OBS: TEXTO REESCRITO POR EDICARLOS ROCHA 


sábado, 14 de abril de 2012

A VERDADEIRA HISTÓRIA DO PETRÓLEO EM CAMPOS DOS GOYTACAZES (RJ)

A  história do petróleo no Brasil se iniciou, em 1858, quando o Marquês de Olinda concedeu a José de Barros Pimentel o direito de extrair betume em terrenos situados nas margens do rio Maraú, na Bahia.
     Em 1892, na cidade de Bofete no estado de São Paulo, ocorre a primeira sondagem profunda no Brasil. O poço, perfurado por Eugênio Ferreira de Camargo, abrange 488 metros de profundidade. Todavia, é encontrada apenas água sulfurosa.
 
Olavo Alves Saldanha, Fazenda Boa Vista
e o pioneirismo do Petróleo em
Campos dos Goytacazes - RJ
 
Coronel Olavo Alves Saldanha
(Nasceu em 1864 e faleceu em 1927)
Pioneiro na prospecção de petróleo em Campos dos Goytacazes (RJ).
(Foto: acervo particular do Dr. Serafim Saldanha Braga)
 
E a verdadeira história do petróleo em Campos dos Goytacazes (RJ), tem o seu início em 18 de março de 1918, quando o Coronel Olavo Alves Saldanha, gaúcho, que havia sido prefeito nos períodos 1904-1905 e 1907-1908 em Quaraí, no Rio Grande do Sul, adquire a Fazenda Boa Vista com 2.263 alqueires, da Sra. Benedita Brasilina Pinheiro Machado, viúva de seu amigo e também gaúcho, General José Gomes Pinheiro Machado, por 1.200 contos de réis de porteira fechada. No patrimônio da fazenda constavam 9.000 bois, 700 carneiros e 30 cavalos.
     Quando ainda era o proprietário da Fazenda, o General Pinheiro Machado, em 11 de fevereiro de 1913, recebeu o então Presidente do Brasil, Marechal Hermes da Fonseca, para uma caçada. Ambos percorreram os campos da Boa Vista, do Xexé até a Barra do Furado. Os limites da propriedade iam do lado direito da Barra do Açu, até a Barra do Furado. Podemos dizer então, que todo o litoral campista pertencia à Fazenda Boa Vista.
 
Fazenda Boa Vista 1910
Campos dos Goytacazes - RJ
A Fazenda Boa Vista quando o Senador Pinheiro Machado ainda era o proprietário
 
Fazenda Boa Vista 1910
Campos dos Goytacazes - RJ
Castração de cavalo na Fazenda Boa Vista, quando o Senador Pinheiro Machado ainda era oproprietário
 
General José Gomes Pinheiro Machado
08/05/1851-08/09/1915
 
Após a morte do General e Senador da República, Pinheiro Machado, que foi assassinado com uma punhalada pelas costas por Manso de Paiva, às 16h30 de 8 de setembro de 1915, no saguão do Hotel dos Estrangeiros, no Flamengo (Rio de Janeiro), Olavo vem a Campos visitar a a Sra Benedita e conheceu então a Fazenda Boa Vista.
 
     Olavo gostou tanto do lugar, que por este motivo a viúva optou por vender a propriedade a ele.
 
Coronel Olavo Alves Saldanha e  família
Fazenda Boa Vista (1920)
Campos dos Goytacazes - RJ
 
Da esquerda para a direita, a Sra. Seraphina (esposa de Olavo), o Cel. Olavo, o Sr. Quido, o Sr. Firmino, as Srts. Alzira, Virgínia, Seraphina e Maria (filhas do Coronel), Seraphim e Olavo (filhos do Coronel)
 
(Foto: acervo particular do Dr. Serafim Saldanha Braga)
 
As filhas do Coronel Olavo Alves Saldanha
Fazenda Boa Vista (anos 20)
Campos dos Goytacazes - RJ
 
Da esquerda para a direita: Alzira (Ziroca), Maria (Maricota), Virgínia (Vina) e Seraphina (Sirene). 
(Foto: acervo particular do Dr. Serafim Saldanha Braga)
A Sra. Seraphina da Silva Saldanha, esposa de Olavo Alves Saldanha e seus filhos (anos 20).
Da esquerda para a direita: Olavo, James, Firmino, Seraphim e Cândido.
(Foto: acervo particular do Dr. Serafim Saldanha Braga)
 
Fazenda Boa Vista (1920)
Campos dos Goytacazes - RJ
(Foto: acervo particular do Dr. Serafim Saldanha Braga)
 
Fazenda Boa Vista (1920)
Campos dos Goytacazes - RJ
(Foto: acervo particular do Dr. Serafim Saldanha Braga)
     Este cavalo da raça PSI de nome "Guerreiro", foi presente da viúva do Senador Pinheiro Machado ao Cel. Olavo Alves Saldanha.
 
Fazenda Boa Vista (1920)
Campos dos Goytacazes - RJ
(Foto: acervo particular do Dr. Serafim Saldanha Braga)
 
Fazenda Boa Vista (1920)
Campos dos Goytacazes - RJ
(Foto: acervo particular do Dr. Serafim Saldanha Braga)
    Carro de boi de roda fina, com capota, usado no transporte de veranistas no trecho Fazenda Boa Vista/Farol de SãoThomé.
 
Fazenda Boa Vista (1920)
Campos dos Goytacazes - RJ
(Foto: acervo particular do Dr. Serafim Saldanha Braga)
Foto captada do Mirante do sobrado da Boa Vista, em direção ao Farol de São Thomé.
 
Fazenda Boa Vista (1920)
Campos dos Goytacazes - RJ
(Foto: acervo particular do Dr. Serafim Saldanha Braga)
 
Fazenda Boa Vista (1920)
Campos dos Goytacazes - RJ
(Foto: acervo particular do Dr. Serafim Saldanha Braga)
 
Para administrar a Fazenda, Olavo Saldanha mandou vir do Rio Grande do Sul, um homem de sua confiança, o gaúcho Euclides Pinto de Oliveira (1890-1986), pagando-lhe mensalmente 300 mil réis.
     E foi ele, Euclides Pinto de Oliveira, Quido Pinto (como gostava de ser chamado), que se tornou um fazendeiro na região, a contar a um extinto jornal campista em 1982, como foi o pioneirismo em prospecção de petróleo em Campos.
 
O poço petrolífero pioneiro na Fazenda Boa Vista (1922)
Campos dos Goytacazes - RJ
(Foto: acervo particular do Dr. Serafim Saldanha Braga)
 
O ano de 1922 ficou marcado no Brasil porque aconteceu, em São Paulo, a Semana de Arte Moderna, também chamada de Semana de 22, nos dias 13, 15 e 17 de fevereiro, no Teatro Municipal. Cada dia da semana foi dedicado a um tema: pintura e escultura, poesia, literatura e música.
     Em Campos dos Goytacazes, este ano também se tornou histórico. Após detectar os primeiros sinais da existência de petróleo, Olavo Saldanha se associou ao então poderosíssimo Grupo Henrique Laje para realizar as primeiras sondagens na prospecção de petróleo.
     - "Eu vi - revela Quido Pinto - as bolinhas de barro, tiradas do poço aberto por Olavo Saldanha e Henrique Laje, pegarem fogo quando se acendia um fósforo e soltarem um cheiro que mais parecia querosene!"
     Quido, declarou que o seu antigo patrão, Olavo Saldanha, "era um homem de muita leitura e de boa cabeça". Foi o primeiro a procurar petróleo no município de Campos.
      -" Na fazenda Boa Vista havia uma vala que estava sempre com uma água oleosa e que, volta e meia, pegava fogo. Naquela época, falava-se muito em petróleo no Brasil e o velho Olavo era curioso e lia tudo sobre o assunto. Um dia, ele chegou para mim e disse que ia perfurar o local. Mandou construir um tripé, onde descia uma caçamba, pegou um trator para puxar a caçamba e começou o trabalho."
     -" Eu era jovem - prosseguiu - mas me lembro que, do barro que vinha na caçamba, ele fazia umas bolinhas que botava para secar no sol. Quando elas estavam bem secas, ele riscava um fósforo e elas pegavam fogo rápido. Depois saia uma fumaça e vinha, então um cheiro de querosene. Ele dizia que secava o excesso da água e que ficava no barro apenas o resíduo inflamável."
 
O poço petrolífero pioneiro na Fazenda Boa Vista (1922)
Campos dos Goytacazes - RJ
Técnicos, engenheiros e geólogos do Grupo Henrique Laje, vestidos com ternos de linho branco e sapato social, inspecionando os trabalhos na base da plataforma. O detalhe maior é a característica da tubulação utilizada: cano flexível corrugado.
(Foto: acervo particular do Dr. Serafim Saldanha Braga)
 
-"Um ano depois - prossegue Quido - desanimado com o engenho que armou para perfurar o poço, ele foi ao Rio de Janeiro onde teve uma conversa com Henrique Laje. Semanas depois, chegou na fazenda um americano de nome Whikman, que examinou o local, as bolinhas de barro e, por carta, autorizou Henrique Laje a mandar a máquina de perfurar (foto acima). Alguns dias depois aquele trambolho enorme chegou pelo trem e, com carretas puxadas por bois, trouxemos ela de Santo Amaro até a fazenda".
     - "A máquina levou alguns dias para ser montada pelo americano. Ela foi colocada num terreno de fronte à casa grande da fazenda e, perfurava por percussão, com o bate-estaca utilizado por essas construtoras de edifícios. Henrique Laje só veio uma vez à fazenda, quando ela começou a funcionar. Ela levou mais de um ano trabalhando e, à medida que a terra ia sendo retirada, as esperanças de se encontrar petróleo iam morrendo. Até que um dia houve a explosão do cano em que trabalhava a perfuradora. A peça empenou e, depois de perfurar pouco mais de 200 metros, os trabalhos foram interrompidos".
     - "De lá para cá - finalizou - o velho Olavo se desentendeu com Henrique Laje e não mais chegaram a um acordo. Henrique queria comprar a fazenda do velho Olavo e este não concordou. Chegaram a falar em arrendamento, mas seu Olavo disse que só aceitava se ele ficasse com maioria. Depois disso, o velho adoeceu, morreu e o americano nunca mais voltou ao lugar".
 
A AFIRMAÇÃO
 
Com estes fatos, em Campos, podemos dizer que a existência de petróleo sempre foi uma esperança ou mesmo certeza, acalentada pelos antigos. A afirmação de que Campos possuia petróleo, com vasto manancial, aconteceu anos mais tarde, quando o geólogo Alberto Ribeiro Lamego, com base em estudos e pesquisas, afirma a existência do chamado "ouro negro" no sub-solo campista.
     Os anos foram passando e muitas histórias surgiram: algumas lendas e fatos comprobatórios de que a Fazenda Boa Vista e o Xexé eram fecundos reservatórios de petróleo. Também no Morro do Querosene, inclusive no bairro do Turfe Clube e na vizinha cidade de São João da Barra,  foram encontrados vestígios de petróleo. Conta-se a estória da descoberta em terras sanjoanenses e campistas de um óleo negro que pegava fogo e durava horas completamente aceso. E o teatrólogo Gastão Machado teve casas superlotadas em seu antigo Teatro Floriano, ao anunciar a revista "Tem Petróleo no Turfe".
     No Xexé foram realizadas diversas pesquisas, além dos trabalhos realizados no oceano em Atafona (São João da Barra) e no Farol de São Thomé.
     Ainda com relação às explorações realizadas em Xexé é bom que se diga que os trabalhos foram demorados e promissores sem, contudo, ser divulgado oficialmente o motivo da sua paralização
 
E O PETRÓLEO JORROU!
 
 
A Revista Manchete em sua edição nº 1.183 de 21 de dezembro de 1974, publicou uma extensa reportagem sobre a descoberta do petróleo em Campos, e aqui estão alguns trechos desta matéria.

      A versão brasileira do Eldorado já não é mais a lendária "Lagoa Dourada", em cujas margens habitavam índios ornamentados de ouro e que chegou a atrair o famoso explorador inglês Fawcett à selva amazônica em busca da Cidade Perdida. O moderno Eldorado brasileiro está a pouco mais de 200 km do Rio, diante da cidade de Campos - à qual se chega pela moderníssima BR-101 - e é o poço da Petrobrás 1-RJS-9A, que poderá dar ao país a cobiçada auto-suficiência em petróleo. Está a uns 80 km do litoral campista, numa posição bastante precisa: 40 graus, 06 minutos, 25 segundos de latitude oeste e 22 graus, 13 minutos e 46,6 segundos de longitude sul. Foi aí que jorrou o petróleo que devolveu Campos às manchetes dos jornais.
     No bairro de Guarús, ao qual se chega atravessando uma das três pontes sobre o largo rio Paraíba, ( a quarta ponte, que é metálica, serve apenas aos trens da Leopoldina), a alegria explode em muitas garrafas de champanha na casa do diligente Prefeito José Carlos Vieira Barbosa. Cercado de sua família, o prefeito de Campos exibe a mão coberta de petróleo do campos de Garoupa, enquanto uma amostra do combustível passa de mãos em mãos, como se fosse uma relíquia.
     Uma banca de jornais na Rua Treze exibe duas enormes manchetes do Monitor Campista, com 140 anos de vida, o terceiro jornal mais antigo do país: É o Ciclo do Petróleo! É a Redenção do Brasil!
     No jornal A Notícia, na Sete de Setembro, seu diretor, Hervé Salgado Rodrigues, diz com muito orgulho que foi um dos seus repórteres que deu o furo da descoberta do campo de Garoupa: "Em novembro de 1973, publicamos as declarações do mergulhador francês Jean-Pierre que já mostrava a existência de petróleo em frente ao litoral de Campos. Também o técnico Murray Lida nos disse, na mesma ocasião, que eram promissoras as perspectivas do campo de Garoupa. Fomos os primeiros a noticiar isso em todo o Brasil."
     Nunca, desde a visita de Pedro II, em 1883, o orgulho campista esteve tão alto. Para eles o descobrimento do petróleo não chega a ser novidade. "O que mais nos surpreende é a extensão das reservas em processo de demarcação", disse a Manchete o professor Yvan Senra Pessanha, historiador campista.
     "Desde o século passado se sabia da existência do petróleo em Campos. Nosso folclore está cheio de histórias de assombração que falam do fogo andante na região do Imbé. Em 1900, Júlio Feydit, com seu Subsídios Para a História dos Campos dos Goytacazes, revelou a presença do petróleo na região da Fazenda Boa Vista. E nosso importante geólogo Alberto Lamego Filho, em seu livro O Homem e a Restinga, ofereceu grande quantidade de evidências sobre a matéria. Mais tarde em 1944, o mesmo Lamego Filho ampliaria suas revelações com o livro A Bacia de Campos na Geologia Litorânea do petróleo.
 
1974/1975/1977
O INÍCIO DA PRODUÇÃO
 
Plataforma Sedco 135-D
Bacia de Campos dos Goytacazes - RJ
Esta foi a primeira plataforma a produzir no Campo de Enchova.
 
Em 1974, é descoberto petróleo na Bacia de Campos dos Goytacazes (RJ), no Campo de Garoupa. Em 1975, o governo federal autoriza a assinatura de contratos de serviços com cláusula de risco, o que permitiu a participação de empresas privadas na exploração. Por este contrato, as empresas investiam em exploração e, caso tivessem sucesso, receberiam os investimentos realizados e um prêmio em petróleo ou em dinheiro, mas a produção seria operada pela Petrobras. Houve apenas uma pequena descoberta na Bacia de Santos com a aplicação deste tipo de contrato. Em 1977, entra em operação o Campo de Enchova, o primeiro a produzir na Bacia de Campos, com a utilização do Sistema de Produção Antecipada. Pela primeira vez produz-se no Brasil a 120 metros de lâmina d’água. No final do anos 70, essa era considerada uma grande profundidade.
 
fonte:http://camposfotos.blogspot.com.br/2012/04/verdadeira-historia-do-petroleo-em.html

sexta-feira, 13 de abril de 2012

PUBLICADO EDITAL DO PRIMEIRO CONCURSO PÚBLICO DA CÂMARA MUNICIPAL DE MOSSORÓ

 A Comperve/UFRN realizará o 1º Concurso Público da Câmara Municipal de Mossoró, que está oferecendo 39 vagas, sendo 24 para preenchimento de vagas já existentes e 15 para cadastro de reserva. As vagas são direcionadas para os níveis médio (agente administrativo, digitador e técnico em informática) e superior ( advogado, administrador, assistente social, contador, enfermeiro, jornalista, psicólogo e revisor de textos).  
Para os cargos de nível médio, a jornada de trabalho é de 40h e a remuneração é de R$ 1,373,30. Já para os cargos de nível superior, a jornada de trabalho é de 40h e a remuneração de R$ 2. 403,28.  As inscrições serão feitas exclusivamente pela internet, entre os dias 30 de abril e 14 de maio de 2012. Para os cargos de nível médio, a taxa de inscrição é de R$ 70,00 e os de nível superior, R$ 100,00. 
As provas acontecem no dia 3 de junho de 2012. O concurso tem validade de 2 anos, podendo ser prorrogado por igual período. 
fonte:http://blog.franciscojosejr.com/2012/04/publicado-edital-do-primeiro-concurso.html

Quem é Carlinhos Cachoeira que aparece na mídia brasileira. Escândalos!

Carlos Augusto de Almeida Ramos, mais conhecido como Carlinhos Cachoeira, também denominado pela imprensa de Carlos Augusto Ramos (Anápolis, maio da década de 1960) é um empresário brasileiro, acusado de envolvimento no crime organizado.
O nome de Carlinhos Cachoeira ganhou repercussão nacional em 2004 após a divulgação de vídeo gravado por ele onde Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil José Dirceu, lhe faz pedido de propina para arrecadar fundos para a campanha eleitoral do Partido dos Trabalhadores e do Partido Socialista Brasileiro no Rio de Janeiro. Em troca, Diniz prometia ajudar Carlinhos Cachoeira numa concorrência pública carioca. A divulgação do vídeo se transformou no primeiro grande escândalo de corrupção do governo Lula.

CARLINHOS CACHOEIRA

Escândalo em 2004: Caso Waldomiro Diniz


WALDONIRO DINIZ


Cachoeira ganhou notoriedade da imprensa e opinião pública brasileira (com até repecussão internacional, pois chegou a ser chamado de "Charlie Waterfall", pelo New York Times)[4] em 2004, após a divulgação da fita gravada em 2002 por ele mesmo juntamente com outro empresário Waldomiro Diniz, divulgada pela Revista Época em 13 de fevereiro de 2004. Na gravação, Waldomiro Diniz aparece extorquindo Augusto Ramos para arrecadar fundos para a campanha eleitoral do Partido dos Trabalhadores e do Partido Socialista Brasileiro no Rio de Janeiro.


 Em troca, Diniz prometia ajudar Augusto Ramos numa concorrência pública. o governo no mesmo dia, provocando a primeira crise política no Governo Lula. A oposição e até aliados do governo tentaram criar CPI dos Bingos, mas as manobras do Lula barraram a criação e deixou o governo sob suspeita até o surgimento do escândalo do Mensalão em 2005.
No entanto, o pedido de 2002 não ocorreu, razão na qual Cachoeira enviou a fita ao então senador Antero Paes de Barros, que por vez enviou ao Ministério Público de Brasília, na qual os repotéres da revista Época conseguiram a cópia.


Após a divulgação da denúnca, Waldomiro Diniz deixou o governo no mesmo dia, provocando a primeira crise política no Governo Lula. A oposição e até aliados do governo tentaram criar CPI dos Bingos, mas as manobras do Lula barraram a criação e deixou o governo sob suspeita até o surgimento do escândalo do Mensalão em 2005.


Durante o ano de 2004, a imprensa brasileira dedicou grande espaço para divulgar esta, que foi a primeira crise ética (ou política) do Governo Lula. A divulgação das imagens enfraqueceu a posição política influente do então ministro José Dirceu no governo, pois era assessor direto e amigo pessoal de Diniz por quase 12 anos (1992-2004). Em 2005, após surgimento do Mensalão e as graves acusações do envolvimento do ministro no esquema e ao caso não investigado de 2004, culminou no pedido de demissão do virtual então chamado Primeiro Ministro.

Prisão em 2012



Em 29 de fevereiro de 2012, Carlinhos Cachoeira foi preso pela Polícia Federal durante a Operação Monte Carlo, operação que desarticulou a organização que explorava máquinas de caça-níqueis no Estado de Goiás por 17 anos. Escutas da operação acabaram atingindo diretamente o senador da república Demóstenes Torres (DEM-GO), em conversas sobre dinheiro supostamente fruto de propina. Indiretamente, as investigações da PF atingem também as administrações dos governos de Agnelo Queiroz (PT-DF) e Marconi Perillo (PSDB-GO).

No dia seguinte, dia 1º de março, foi transferido para presídio federal de segurança máxima em Mossoró, no Rio Grande do Norte.


Em 9 de abril seu advogado, o ex-ministro da Justiça no governo Lula, Márcio Thomaz Bastos, entrou com um segundo pedido de Habeas Corpus para a soltura de seu cliente (o primeiro havia sido negado pelo Tribunal Regional Federal

Novos fatos após a prisão


Após a prisão, surgiram denúncias pela imprensa, através divulgações da Polícia Federal, em que Cachoeira tinha relação com o senador Demóstenes Torres, o governador Marconi Perillo (ambos de Goiás), cinco deputados federais e a chefe de gabinete do governador Perillo, Eliane Pinheiro, que pediu demissão em razão das denúncias.
Em 9 de abril, é a vez de Cláudio Monteiro, chefe de gabinete do governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz pedir demissão após conversas suas aparecerem em gravações da PF. Reportagens mostram ainda que a Polícia Federal relata a Construtora Delta, a maior empreiteira de obras do PAC do governo Federal e que teve José Dirceu como consultor, como provável envolvida com o esquema.

FONTE:http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlinhos_Cachoeira#cite_note-10